Liderança financeira sênior, sob demanda, para pequenas e médias empresas que cresceram — e agora precisam que as finanças cresçam junto.
"A empresa vende, cresce, movimenta dinheiro. Mas no fim do mês, a pergunta continua a mesma: para onde foi o lucro?"
Esse é o momento que quase toda empresa de sucesso atravessa. O faturamento cresceu, a operação ficou complexa — mas as finanças continuam sendo administradas como quando tudo era menor: na planilha improvisada, no extrato do banco e no feeling do dono.
A contabilidade cumpre seu papel fiscal, mas ela registra o passado. Ela não responde às perguntas que definem o futuro: quanto vai sobrar em caixa nos próximos meses? Qual produto realmente dá lucro? Esse investimento se paga? A empresa aguenta essa dívida?
Responder a essas perguntas é papel de um CFO. E é exatamente isso que eu entrego — com a experiência de quem passou 13 anos analisando empresas dentro do maior banco do país e depois sentou na cadeira de diretor financeiro para viver, na prática, a realidade de quem empreende.
Se alguma dessas perguntas fica sem resposta clara hoje, é sinal de que falta uma função de CFO no seu negócio.
Projeção de fluxo de caixa semanal e mensal, para antecipar aperto de liquidez antes que ele aconteça — e nunca mais ser pego de surpresa.
Análise de custos e margens por produto, serviço e cliente, revelando onde a empresa ganha dinheiro — e onde ela trabalha de graça.
Análise de viabilidade econômica e financeira antes de comprometer o caixa: expansão, equipamento, nova unidade, novo projeto.
Preparação da empresa para captar recursos nas melhores condições — com a visão de quem passou 13 anos do outro lado da mesa, dentro do banco.
Análise de endividamento e estrutura de capital: custo real das dívidas, renegociação e o equilíbrio certo entre capital próprio e de terceiros.
Indicadores e relatórios gerenciais simples e objetivos, num ritmo mensal de gestão em que cada decisão importante é tomada com números confiáveis.
O CFO as a Service não é uma consultoria pontual que entrega um relatório e vai embora. É liderança financeira recorrente, construída em quatro fases.
Uma leitura completa e honesta da situação atual da empresa.
As fundações financeiras que a empresa precisa para decidir bem.
A rotina de CFO instalada no dia a dia da empresa.
As finanças a serviço da expansão do negócio.
Dedicação sob medida. A intensidade do trabalho se ajusta ao tamanho e ao momento da empresa — de um acompanhamento mensal estratégico a uma atuação próxima, semanal. Você tem um CFO no nível que o negócio precisa, pagando apenas pelo que precisa.
Não — e nem deve. O contador cuida das obrigações fiscais e registra o que já aconteceu. O CFO usa esses dados para olhar para a frente: projetar o caixa, analisar margens, avaliar investimentos e apoiar suas decisões. Os dois papéis se complementam, e eu trabalho em parceria com a sua contabilidade.
Se a empresa já tem faturamento relevante, equipe e decisões financeiras em jogo — sim. O modelo existe exatamente para empresas que precisam de liderança financeira sênior, mas para as quais um CFO em tempo integral ainda não faz sentido. A dedicação se ajusta ao tamanho do negócio.
Depois do diagnóstico inicial, estabelecemos um ritmo de gestão: relatórios gerenciais periódicos, reunião de resultados (mensal ou mais frequente, conforme o caso) e apoio direto nas decisões importantes — um investimento, uma negociação com banco, uma mudança de preço. Você passa a ter um diretor financeiro a quem recorrer.
O trabalho funciona muito bem de forma remota, com reuniões por vídeo e relatórios digitais — o que permite atender empresas de qualquer região. Encontros presenciais podem ser combinados conforme a necessidade e a localização.
Sim — é uma das minhas especialidades. Além da especialização em Real Estate, atuei como CFO de incorporadora. Conheço de dentro a dinâmica de viabilidade de empreendimentos, funding de obras, fluxo de caixa de longo prazo e relacionamento com bancos no setor.
A IA acelera o trabalho operacional — organizar dados, montar cenários, identificar padrões e anomalias — e libera tempo para o que realmente gera valor: análise, julgamento e decisão. Aplico essas ferramentas para entregar mais visão com menos burocracia, e também oriento empresas que querem adotar IA na sua própria gestão.
Por uma conversa inicial, sem compromisso. Você me conta sobre a empresa e o momento do negócio; eu já aponto as primeiras percepções e desenho como o trabalho funcionaria no seu caso. A partir daí, você decide com clareza.
Sou José Ricardo Viana, economista formado pela FGV, com pós-graduação em Estatística e especialização em Real Estate.
Construí 13 anos de carreira no Banco do Brasil, passando por agências, diretorias e pela Vice-Presidência da instituição, onde atuei como Assessor Sênior. Analisei crédito, riscos e finanças de empresas de todos os portes — e aprendi exatamente o que um banco olha quando decide confiar (ou não) em um negócio.
Depois, atravessei para o outro lado da mesa: como CFO de uma incorporadora, vivi a realidade de quem empreende — folha para pagar, obra para tocar, caixa para fechar. É essa combinação rara, de banqueiro e gestor, que levo hoje para cada empresa que atendo.
Como CFO Advisor, apoio pequenos e médios empresários nas decisões que definem o futuro dos seus negócios — e participo de projetos ligados à inteligência artificial, conectando finanças, tecnologia e estratégia.
Sou também criador do Protocolo 88 — treinamento em que ensino pequenos empresários como o banco analisa crédito PJ, para chegarem preparados antes de pedir Pronampe ou capital de giro.
Base técnica sólida em economia, dados e mercado imobiliário.
Assessor Sênior na Vice-Presidência. Crédito empresarial, análise financeira, riscos e decisões estratégicas no maior banco do país.
Gestão financeira na prática: viabilidade de projetos, funding, custos e resultado — a rotina real de uma empresa.
Finanças estratégicas sob demanda, incluindo projetos que aplicam inteligência artificial à gestão financeira.
Treinamento de crédito PJ para pequenos empresários — como o banco lê o seu CNPJ, antes de você pedir crédito. Conhecer o Protocolo 88 →
Me conte sobre sua empresa. Em uma conversa inicial, sem compromisso, já é possível enxergar onde as finanças do seu negócio podem evoluir — e o que um CFO mudaria no seu dia a dia.